Nada sei de hoje,
Nem tampouco do amanhã.
Na verdade, não sei
Se o futuro alcancará meus anseios.
Não quero aguardá-lo.
Minhar forças perdem-se
e num ritual melancólico,
rosas negras adornam meus dias
fazendo-me desejar, não desejando
viver, não vivendo.
Em um campo triste
aguardo por ti
o "Advento Mortal"
e contigo, seguirei
por trilhas que até então
meu olhar desconhece...
A. F. J.
Nem tampouco do amanhã.
Na verdade, não sei
Se o futuro alcancará meus anseios.
Não quero aguardá-lo.
Minhar forças perdem-se
e num ritual melancólico,
rosas negras adornam meus dias
fazendo-me desejar, não desejando
viver, não vivendo.
Em um campo triste
aguardo por ti
o "Advento Mortal"
e contigo, seguirei
por trilhas que até então
meu olhar desconhece...
A. F. J.
5 comentários:
E meu olhar anseia conhecer...
muita incerteza no porvir... adoro essa angustia de nao saber do que acontecerá.
Meu amigo, sinto em lhe dizer ... enquanto não afinares teu olhar para com "aqui", de forma a aprender as belas nuances que a vida lhe está a oferecer todos os dias ... no infinito que almejas, nada enchergarás, além de uma grande decepção por não ter carga de consciência a codificar novas informações. Tens percepção suficientes para enchergar o que queres, basta desejá-las. Beijo grande.
Amber;
E na poesia és todo um universo.
Agradeço tua visita e teu comentário.
Abraços.
http://terza-rima.blogspot.com/2010/12/minha-acidez.html
Lua...
A fé não disfarça nada.
A fé faz suportar o insuportável, para pessoas que precisam imensamente de um comforto quando nada ou ninguém está lá para ajudar ou quando estão, mas o desespero é tão grande que não se enxerga nada.
A fé que não só espera, que é dinâmica e que cedo ou tarde se realiza porque foi devidamente trabalhada e não "criou limo".
Mas quem sou eu para falar de fé?
Agradeço sua visita ao meu canto escuro e seu comentário.
Abraços.
http://luaetransmutacao.blogspot.com/2010/12/fe.html
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