Assim que o sol desponta
Minha alma adormece,
Pois as revelações do sol
Não agradam o meu ego.
Já que meus momentos
Jazem na escuridão
Meus sonhos são incompletos
Difíceis de se entender.
Mas sou eu...
Meus caminhos seguem as trevas,
Meu passado, presente, futuro,
Minha solidão.
Solidão temperada
Com os lúgubres mistérios da vida.
Assim que o sol se esconde,
Por entre o manto da noite
Minha vida recomeça
E a escuridão me embala
Com seu canto, encanto
Entre seus silenciosos braços...
A. F. J.
Minha alma adormece,
Pois as revelações do sol
Não agradam o meu ego.
Já que meus momentos
Jazem na escuridão
Meus sonhos são incompletos
Difíceis de se entender.
Mas sou eu...
Meus caminhos seguem as trevas,
Meu passado, presente, futuro,
Minha solidão.
Solidão temperada
Com os lúgubres mistérios da vida.
Assim que o sol se esconde,
Por entre o manto da noite
Minha vida recomeça
E a escuridão me embala
Com seu canto, encanto
Entre seus silenciosos braços...
A. F. J.

3 comentários:
Ela sempre me embala...
sempre nos caompanha também.
http://terza-rima.blogspot.com/
Amber;
Tenho apenas uma palavra: magnífico!
Agradeço tua visita e teu comentário.
Abraço.
http://terza-rima.blogspot.com/2010/11/fracasso.html
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